Fascismo: a sociedade é uma colmeia existindo apenas em função da abelha-rainha do Estado totalitário.

No interesse do indivíduo particular, o liberalismo negava o Estado; o fascismo reafirma o Estado como a verdadeira realidade do indivíduo. E se a liberdade deve ser atributo do homem real, e não daquele fantoche abstrato como pensava o liberalismo individualístico, o fascismo é pela liberdade. É apenas pela liberdade que o assunto da liberdade do Estado e do indivíduo no Estado pode ser encarado seriamente, já que, para o fascista, tudo é no Estado e nada de humano ou espiritual existe — e muito menos valor — fora do Estado. Nesse sentido, o fascismo é totalitário e o Estado fascista, síntese e unidade de todos os valores, interpreta, desenvolve e potencializa toda a vida do povo”.

Il liberalismo negava lo Stato nell’interesse dell’individuo particolare; il fascismo riafferma lo Stato come la realtà vera dell’individuo. E se la libertà dev’essere l’attributo dell’uomo reale, e non di quell’astratto fantoccio a cui pensava il liberalismo individualistico, il fascismo è per la libertà. È per la sola libertà che possa essere una cosa seria, la libertà dello Stato e dell’individuo nello Stato. Giacché, per il fascista, tutto è nello Stato, e nulla di umano o spirituale esiste, e tanto meno ha valore, fuori dello Stato. In tal senso il fascismo è totalitario, e lo Stato fascista, sintesi e unità di ogni valore, interpreta, sviluppa e potenzia tutta la vita del popolo.

“Nem indivíduo fora do Estado, nem grupos (partidos políticos, associações, sindicatos, classes). Por isso o fascismo é contra o socialismo que endurece o movimento histórico na luta de classe e ignora a unidade estatal que as classes fundem numa única realidade econômica e moral; e, analogamente, é contra o sindicalismo classista. Mas na órbita do Estado ordenador, as reais exigências da qual tem origem o movimento socialista e sindicalista, o fascismo as quer reconhecidas e as faz valer no sistema corporativo dos interesses conciliados na unidade do Estado”.

Né individui fuori dello Stato, né gruppi (partiti politici, associazioni, sindacati, classi). Perciò il fascismo è contro il socialismo che irrigidisce il movimento storico nella lotta di classe e ignora l’unità statale che le classi fond[ono] in una sola realtà economica e morale; e analogamente, è contro il sindacalismo classista. Ma nell’orbita dello Stato ordinatore, le reali esigenze da cui trasse origine il movimento socialista e sindacalista, il fascismo le vuole riconosciute e le fa valere nel sistema corporativo degli interessi conciliati nell’unità dello Stato”.

“Uma tal concepção da vida leva o fascismo a ser a negação precisa daquela doutrina que constitui a base do socialismo considerado científico ou marxista: a doutrina do materialismo histórico”.

Una siffatta concezione della vita porta il fascismo a essere la negazione recisa di quella dottrina che costituì la base del socialismo cosiddetto scientifico o marxiano: la dottrina del materialismo storico.

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PhD in Economics from UCLA, MSc in Mathematics from IMPA, Professor of Economics at the University of Brasilia.

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Rodrigo Peñaloza

Rodrigo Peñaloza

PhD in Economics from UCLA, MSc in Mathematics from IMPA, Professor of Economics at the University of Brasilia.

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